Olá amigos!. «Ccomum Internet Fs Sutilitários de sistema »ou Utilitários comuns para sistemas de arquivos da Internet, nos ajudará a montar em nosso sistema de arquivos Linux local, recursos de rede CIFS compartilhados em máquinas remotas.
O pacote Utilitários CIFS fazia parte do Samba Suite até as versões anteriores a 5.5-1 (ver / usr / share / doc / cifs-utils / README) que é aquele que traz o Debian 7 "Wheezy" e no qual este artigo se baseia. Atualmente, os utilitários CIFS são um projeto separado do Samba e são ativamente mantidos pela equipe do Samba.
Antes de continuar, devemos ler o artigo Samba:SmbClient Bem, vamos nos referir a ele. Praticamente, este post é sua continuação.
Vamos ver:
- Instalação e um pouco de conhecimento geral
- Usando o comando mount.cifs
- 1 exemplo
- 2 exemplo
- 3 exemplo
- Resumo
Instalação e um pouco de conhecimento geral
Se não tivermos o pacote instalado smbclient ou outro relacionado à suíte Samba, ao instalar cifs-utils por qualquer meio, eles também:
- keyutils: Ferramentas de gerenciamento de chaves do Linux. Keyutils é um conjunto de ferramentas para gerenciar a retenção de chaves no kernel que pode ser usado em sistemas de arquivos, dispositivos de bloco e outros para obter e reter as chaves de autorização e criptografia necessárias para executar operações seguras.
- winbind: Daemon que integra mecanismos de busca de autenticação e de usuário e / ou grupo de um Active Directory para um sistema Linux.
- libnss-winbind: Pacote que o plugin nos dá nss_winbind, que se integra com o servidor local amarrar para fornecer pesquisa de nomes de usuários e grupos. Também nos dá o plugin nss_wins, que fornece a pesquisa de nomes de hosts ou computadores, por meio dos protocolos de difusão NBNS ("NetBIOS Name Service") e NetBIOS.
- samba-comum y samba-common-bin: Tratados na postagem Samba:SmbClient neste mesmo site.
Os utilitários ou ferramentas ou comandos fornecidos pelo pacote cifs-utils são: cifscreds, getcifsacl, setcifsacl, cifs.upcall, cifs.idmap e mount.cifs. Para fins práticos, veremos apenas o comando monte.cifs. Por mais que queiramos, não podemos fazer um tratado sobre o assunto. Aqueles que querem ou precisam ir mais fundo, por favor, executem comando do homem.
Usando o comando mount.cifs
Em geral, nós o chamamos como:
mount.cifs {serviço} {ponto de montagem} [-o opções] mount -t cifs {serviço} {ponto de montagem} [-o opções]
monte.cifs montar um sistema de arquivos Linux CIFS. É um comando nativo do Linux e o kernel deve ter suporte ao sistema de arquivos. cifs. O protocolo CIFS é o sucessor do protocolo SMB e é compatível com a maioria dos servidores Windows e muitos outros servidores comerciais "Network Attached Storage" e computadores NAS. Claro que é totalmente suportado pelo servidor Samba de código aberto.
Este utilitário prender ou montar o recurso de rede compartilhado (ou exportado) em um servidor remoto que é especificado como serviço usando a sintaxe // servidor / recurso - onde "servidor" é o nome ou endereço IP no qual o compartilhamento reside e "recurso" é o nome do compartilhamento - para um diretório local que será o "ponto de montagem". O ponto de montagem deve existir em nosso sistema de arquivos local ANTES de montar o recurso.
As opções do comando são compostos por uma lista de pares de valores separados por vírgulas, tipos chave = valor.
Para facilitar o trabalho com este utilitário, recomendamos fazer as alterações indicadas na postagem Samba:SmbClient arquivar /etc/samba/smb.conf tomando como referência o equipamento miwheezy.amigos.cu que não está anexado ao domínio. Também é recomendado instalar o pacote smbclient Se ainda não estiver, saiba rapidamente quais são os recursos compartilhados na rede. Claro, podemos determinar o acima através do Nautilus ou do navegador de arquivos que estamos usando, desde que tenha suporte para o protocolo SMB / CIFS.
1 exemplo
Queremos montar o compartilhamento // w2003 / terra média na pasta local / home / xeon / lan com as credenciais do usuário pipin pertencente ao domínio friends.cu. Como usuário root ou por meio de sudo nós executamos:
xeon@miwheezy:~$ sudo mount.cifs //w2003/tierramedia /home/xeon/lan -o [email protected] [sudo] senha para xeon: Senha:
Observe que primeiro é solicitada a senha do usuário local xeon @ miwheezy, e então o usuário remoto [email protected]. Claro que devemos saber, a menos que tenhamos nosso time unido ao domínio e tenhamos logado em nosso Debian localmente como pipin. Veremos esse caso em artigos posteriores.
Devemos também ter criado a pasta lan (/ home / xeon / lan) antes de invocar o comando. Caso contrário, podemos indicar que o ponto de montagem será o diretório / mnt, se não tivermos nenhum outro recurso montado nesse diretório genérico.
Vamos ser curiosos e listar os arquivos no diretório local onde montamos o compartilhamento remoto e veremos que o usuário e os proprietários do grupo das pastas e arquivos são raiz. Isso significa que teremos apenas acesso de leitura. Confira.
Para alguns será um pouco difícil entender o que foi dito acima, mas são precisamente esses detalhes que destacam o Poder e segurança de um sistema de arquivos UNIX / Linux.
- Conseguimos inserir em nossa estrutura hierárquica de arquivos que nasceu em /, um sistema de arquivos que não é ext3 o ext4, como acontece quando montamos um sistema de arquivos NTFS, GORDOum FAT32 em nossa equipe Debian. Operações normais que fazemos sem observar sua essência.
- Depois de montar o recurso remoto, podemos tratar suas pastas e arquivos como locais.
- Nenhuma letra ou qualquer coisa do tipo é necessária para fazer referência ao recurso remoto.
- Não precisamos ter nosso Linux unido a um domínio do Windows. Precisamos apenas de uma conta de usuário nesse domínio para acessar recursos compartilhados nos quais nosso usuário tem permissões. Isso também pode ser feito em um cliente Windows. OK?.
2 exemplo
Queremos montar o compartilhamento // w2003 / terra média na pasta local / home / xeon / lan com as credenciais do usuário pipin pertencente ao domínio friends.cu. Também precisamos acessar os arquivos com permissões de leitura / gravação e que o proprietário é o usuário local através do qual efetuamos o login e que em nosso exemplo é xéon:
xeon @ miwheezy: ~ $ sudo mount.cifs //w2003.amigos.cu/tierramedia / home / xeon / lan -o user = pipin, uid = xeon, forceuid
Vamos ficar curiosos novamente e listar a pasta lan. Agora o dono é xeon e o grupo ainda é raiz. Não precisamos dizer ao monte.cifs a opção rw para ter acesso de leitura / gravação. As permissões inerentes a um sistema de arquivos UNIX / Linux garantem isso. Podemos verificar criando e excluindo diretórios; modificar arquivos existentes e assim por diante.
3 exemplo
Cada vez que nossa máquina local é iniciada, queremos montar o compartilhamento // w2003 / terra média na pasta local / home / xeon / lan com as credenciais do usuário pipin pertencente ao domínio friends.cu. Também precisamos acessar os arquivos com permissões de leitura / gravação e que o proprietário é o usuário local através do qual efetuamos o login e que em nosso exemplo é xéon.
Uma solução simples é criar um script no diretório /etc/init.d, conceda a ele permissões de execução e inclua-o entre os programas executados na inicialização. Como o usuário raiz nós executamos:
nano /etc/init.d/mountain-middleland.sh
e adicione o seguinte conteúdo ao script de inicialização recém-criado:
#! / bin / sh ### BEGIN INIT INFO # Fornece: Monte recurso remoto // w2003 / middle earth em / home / xeon / lan # Required-Start: $ local_fs $ syslog # Required-Stop: $ local_fs $ syslog # Default- Start: 2 3 4 5 # Default-Stop: 0 1 6 # Short-Description: Mount remote resource ### END INIT INFO mount.cifs //10.10.10.30/tierramedia / home / xeon / lan \ -o user = pipin , senha = senha, uid = xeon, gid = xeon, \ forceuid, forcegid
Posteriormente, damos permissão de execução do script e o incluímos entre os scripts de inicialização. Como o usuário raiz nós executamos:
chmod u + x ou ox /etc/init.d/monta-tierramedia.sh update-rc.d monta-tierramedia.sh defaults
Se fizermos tudo corretamente, não receberemos nenhuma mensagem de erro. Para verificar se a sintaxe do script está correta, o executamos manualmente e também não devemos receber nenhuma mensagem de erro. Como o usuário raiz nós executamos:
/etc/init.d/mountain-middleland.sh
Resumo
Podemos escrever vários exemplos, mas esse NÃO é nosso objetivo. Devemos ir do simples ao complexo e este post é um Ponto de entrada para o tópico. Nossos artigos são baseados nos fundamentos das páginas de manual ou Páginas de manual e na documentação que acompanha cada pacote. Procuramos oferecer algo diferente ou que complemente a maioria dos artigos encontrados na WWW Village.
Se quisermos usar Software Livre em redes Microsoft, SMB / CIFS e Samba, devemos pelo menos ler !!! Caso contrário, sofreremos as consequências do Desconhecimento Básico.
Uma dica grátis: por que vamos dificultar as coisas se podemos implementá-las de maneira muito fácil?
E por enquanto, a atividade acabou, amigos !!!.